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SÃO PAULO – A audiência da última quinta-feira (26) junto ao Tribunal de Livre Concorrência do Chile deu sinais de como seria o fim do casamento entre TAM (TAMM4) e LAN, esperado desde agosto do ano passado quando as companhias anunciaram fusão.
Desde então, o processo de união tem seguido o rito tradicional junto aos órgãos competentes em ambos países, porém, apenas no Chile a operação tem enfrentado resistência legal após protestos de uma associação de consumidores.
Frente aos problemas legais, que colocam em xeque ganhos de sinergia da ordem de US$ 400 milhões anuais, as companhias já começam a estudar alternativas caso a operação naufrague.
GOL seria second best
Segundo o jornal chileno El Mercúrio, o gerente geral da LAN, Ignacio Cueto, afirmou que sua empresa estuda aproximar-se da GOL (GOLL4) caso a fusão não avance, como forma de manter seu projeto de internacionalização, embora reconheça que a companhia da família Constantino não tem a mesma exposição externa da TAM, classificando-a como “second best”.
A TAM por sua vez, ainda não se pronuciou acerca de uma possível segunda opção, mas rumores já começam a colocar a portuguesa TAP no páreo, que seria uma excelente via de expansão para a empresa brasileira na Europa.
TAM evita falar sobre TAP
Em 1º de março, a companhia negou os boatos que já corriam de que havia interesse da empresa brasileira em participar do processo de privatização da TAP, embora, pouco mais de um mês depois, em 16 de maio, Marco Antônio Bologna, tenha reconhecido que acompanha de perto a operação.
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Procurada, a assessoria de imprensa da TAM não foi encontrada para se pronunciar a respeito.