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SÃO PAULO – A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (BBAS3), pode fazer um consórcio com empresas onde possua participações, como a Vale (VALE3, VALE5), CPFL Energia (CPFE3) e Neoenergia, visando disputar a usina Belo Monte, no rio Xingu (PA).
O diretor de participações da Previ, Joilson Ferreira, afirmou à imprensa nesta quinta-feira (8) que o fundo teria problemas se as companhias estivessem em consórcios diferentes. “Seria complicado e cada uma ficasse num consórcio, ia ter que sair da sala”, referindo-se ao dia do leilão, quando os consórcios ficam isolados decidindo os movimentos dos lances.
Ferreira também disse que o governo deve ficar com 49% do projeto e o restante com o consórcio vencedor.
Leilão de concessão
A previsão do governo é que o leilão de concessão da usina deva ocorrer até o dia 15 de dezembro, atrasado em relação ao calculado anteriormente. Espera-se que o Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) conceda aval até o próximo dia 26.
Segundo balanço de abril do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a licença deveria ser aprovada até julho e a licitação aconteceria até setembro.