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SÃO PAULO – Ao final da reunião do Comitê de Desenvolvimento neste domingo (26), o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial divulgaram comunicado oficial apoiando as medidas de ajuda aos emergentes e voltando a insistir na necessidade de transformar as promessas em ações concretas.
“É necessário fazer mais enquanto a crise de estende” ressaltaram as instituições, em nota. “Nós insistimos que todos os doadores acelerem a concretização de seus compromissos de aumentar a ajuda”.
Nesse contexto, o FMI e o Banco Mundial não só agradeceram a ajuda oferecida como também pediram mais recursos aos governos. “[Exortamos] que todos nós consideremos a possibilidade de ir além dos compromissos existentes”, informa o documento.
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Aumento da pobreza
O Comitê de Desenvolvimento também se mostrou preocupado com a deterioração da economia global e seus impactos humanos. “Os países em desenvolvimento enfrentam consequencias especialmente sérias, já que a crise financeira e econômica se torna uma calamidade humana e de desenvolvimento”, expôs o comunicado do comitê.
De acordo com as instituições, a crise já levou mais de 50 milhões de pessoas à pobreza extrema, principalmente crianças e mulheres. Diante disso, o comitê concluiu que “nós precisamos aliviar o impacto nos países em desenvolvimento e facilitar sua contribuição para a recuperação global”.