Fibria negocia madeira de fomento das áreas de Losango

Volume de madeira advindo dos contratos de fomento deste área não foi contemplado em acordo com CMPC Celulose
Fotografias aŽreas da Fibria Unidade Aracruz-ES.
Fotografias aŽreas da Fibria Unidade Aracruz-ES.

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SÃO PAULO – A Fibria (FIBR3) negocia os volume de madeira advindos dos contratos de fomento desenvolvidos nas áreas de Losango, afirmou nesta segunda-feira (29) o presidente da companhia, Marcelo Castelli.

“Temos todos os negócios de madeira ativos ainda. Estamos exatamente em negociações”, afirmou o executivo, durante teleconferência com analistas sobre o balanço do terceiro trimestre.

Em setembro, a Fibria aceitou proposta da CMPC Celulose Riograndense para venda de ativos florestais e terras, também conhecidos como projeto Losango, por R$ 615 milhões. Na época, a companhia informou que a transação não contemplava os contratos de fomento.

O valor da operação será pago em três parcelas, sendo a primeira de R$ 488 milhões, após a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). De acordo com o diretor financeiro da Fibria, Guilherme Cavalcanti, a companhia ainda não definiu qual será o destino deste capital. “Este dinheiro vem fortalecer a posição de caixa da companhia, mas ainda estamos estudando qual será seu destino”, disse.

Cavalcanti acrescentou que o orçamento da companhia ainda está em fase de elaboração, motivo pelo qual a companhia também não definiu qual será o valor do Capex (investimentos em bens de capital) para o ano que vem.