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SÃO PAULO – Após a concordata da General Motors e da Chrysler, são as fornecedoras de autopeças dos EUA que procuram ajuda do Tesouro, pleiteando aportes que envolvem aproximadamente US$ 10 bilhões.
Segundo o CEO (Chief Executive Officer) da associação de fabricantes de motores e equipamentos, Bob McKenna, a crise que os fornecedores enfrentam vem piorando e a “indústria permanece à beira do colapso”.
As demandas do segmento incluem uma expansão de US$ 5 bilhões em garantias e empréstimos do Tesouro norte-americano, sendo que, segundo McKenna, as estimativas mais otimistas falam da necessidade de US$ 8 à US$ 10 bilhões em resgates.
Outras requisições do segmento são o aumento de incentivos a empréstimos bancários e um exame cuidadoso de iniciativas de longo-prazo para os fabricantes de autopeças.