ETF do Brasil no exterior EWZ sobe 7% no aftermarket com 1º turno liderado por Flávio

Entre as principais companhias brasileiras que operam no exterior, os ADRs (American Depositary Receipts) da Petrobras chegaram a subir mais de 7,5%

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O EWZ, principal ETF brasileiro negociado nos Estados Unidos e que replica o índice MSCI Brazil, opera com forte alta no aftermarket após os resultados do primeiro turno das eleições gerais do Brasil. O pleito terminou com 47,5% dos votos para Flávio Bolsonaro, contra 45,07% de Luiz Inácio Lula da Silva.

Entre as principais companhias brasileiras que operam no exterior, os ADRs (American Depositary Receipts) da Petrobras (PETR3; PETR4; PBR) chegaram a subir mais de 7,5% e operam com alta de 5,08% às 21h55 (horário de Brasília), no aftermarket. Os ADRs da Vale (VALE3; VALE) também sobem 5%, enquanto Itaú (ITUB3; ITUB4; ITUB) avança 7,92%.

O índice MSCI Brazil acompanha grandes e médias companhias brasileiras, composto por 39,1% de ações do setor financeiro, 17,3% de energia e 14,4% de materiais.

EmpresaValorização*
Itaú7,92%
Vale5,16%
Petrobras5,08%
Bradesco9,32%
Ambev-0,33%
Santander0,97%

*movimento no aftermarket; cotações às 22h16 (horário de Brasília)

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Camille Bocanegra
Mercados | Mundo | Onde Investir

Camille é jornalista do InfoMoney e atua como repórter de mercados e do Ibovespa Ao Vivo, cobrindo ações brasileiras e internacionais, além de acompanhar o mercado de câmbio. Antes disso, trabalhou na divisão editorial do Research da XP e possui graduação em Direito.