Publicidade
As forças dos Estados Unidos abordaram, na madrugada desta sexta-feira (9), o quinto petroleiro em uma operação para reforçar o bloqueio a embarcações sancionadas que transportam petróleo da Venezuela.
O navio alvo da ação foi o Olina, antes chamado Minerva M, que foi sancionado pelos EUA por transportar petróleo russo, segundo autoridades americanas.
Once again, our joint interagency forces sent a clear message this morning: “there is no safe haven for criminals.”
— U.S. Southern Command (@Southcom) January 9, 2026
In a pre-dawn action, Marines and Sailors from Joint Task Force Southern Spear, in support of the Department of Homeland Security, launched from the USS Gerald R.… pic.twitter.com/StHo4ufcdx
A ação contou com o apoio da Guarda Costeira, dos fuzileiros navais e de outras forças militares, e foi lançada a partir do porta-aviões USS Gerald R. Ford, conforme informou o Comando Sul dos EUA.
Continua depois da publicidade
O Olina, que navegava com bandeira de Timor-Leste, havia carregado 700 mil barris de petróleo bruto no terminal José, na Venezuela, no dia 24 de dezembro.

Assessores pressionam Trump a focar em economia e saúde, em vez da crise na Venezuela
Aliados temem que prioridade à política externa prejudique republicanos nas eleições de meio de mandato

Trump cancela segunda onda de ataques à Venezuela após cooperação
Ele acrescentou, no entanto, que todos os navios petroleiros na Venezuela “permanecerão no lugar para fins de segurança”
Essa campanha dos EUA tem como objetivo pressionar o governo interino da Venezuela e desativar a chamada “frota fantasma” — uma frota de mais de mil navios que usam táticas para esconder o transporte de petróleo sancionado e ilegal.
Cerca de 70% das exportações de petróleo venezuelano dependem dessas embarcações para driblar as sanções americanas, que também atingem países como Rússia e Irã.