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SÃO PAULO – O nível dos estoques de petróleo nos EUA cresceu na última semana, informou o DOE (Departamento de Energia dos EUA) em relatório divulgado nesta quarta-feira (8).
Entre as semanas terminadas em 26 de setembro e 3 de outubro, o nível dos estoques de óleo bruto no país aumentou em 8,1 milhões de barris. Os estoques de gasolina cresceram 7,2 milhões de barris. br>
Ainda segundo o relatório divulgado, as refinarias norte-americanas operaram com
80,9% de sua capacidade operacional total, acima dos 72,3% registrados na semana anterior.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 03/10/2008 | Semana até 26/9/2008 | Variação |
| Óleo bruto | 302,6 | 294,5 | +8,1 |
| Gasolina | 186,8 | 179,6 | +7,2 |
| Derivados | 122,6 | 123,1 | -0,5 |
| Óleo para calefação | 37,7 | 37,3 | +0,4 |
Variação anual
| Em milhões de barris | Semana até 03/10/2008 | Semana até 03/10/2007 | Variação |
| Óleo bruto | 302,6 | 310,9 | -8,3 |
| Gasolina | 186,8 | 199,9 | -13,1 |
| Derivados | 122,6 | 134,2 | -11,6 |
| Óleo para calefação | 37,7 | 43,4 | -5,7 |
Barril em queda em NY
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 83,66
nesta quarta-feira, alta de 0,50% em relação ao último fechamento.
Apesar do desempenho positivo
dessa sessão, o petróleo acumula forte baixa de 13,58% neste mês de outubro.
Por sua vez, a variação no ano fica negativa em 10,90%, já que a
commodity encerrou o ano passado cotada a US$
93,89 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em novembro de 2008, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 88,95 por barril, configurando uma baixa de 1,23% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE, o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Como os EUA são os maiores consumidores e importadores mundiais de óleo bruto, suas relações de oferta e demanda exigem acompanhamento de perto pelo mercado.
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Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.