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SÃO PAULO – Em consonância com as projeções do mercado, na última semana o nível dos estoques de petróleo recuou nos Estados Unidos, informou o DOE (Departamento de Energia dos EUA) nesta quarta-feira (28).
Contudo, o relatório semanal demonstrou um recuo de 400 mil barris nos estoques da commodity, enquanto o esperado pelo mercado era uma queda de 1 milhão de barris.
Em sentido contrário, os estoques de gasolina apresentaram um acréscimo de 1,4 milhão de barris frente ao registrado na semana terminada em 16 de novembro.
Ainda segundo o Departamento de Energia, as refinarias operaram com 89,4% de sua capacidade operacional total, acima dos 87,0% registrados na semana anterior.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 23/11/2007 | Semana até 16/11/2007 | Diferença |
| Óleo bruto | 313,2 | 313,6 | -0,1% |
| Gasolina | 196,6 | 195,2 | +0,7% |
| Derivados | 130,9 | 131,0 | -0,1% |
| Óleo para calefação | 44,7 | 46,0 | -2,8% |
Variação anual
| Em milhões de barris | Semana até 23/11/2007 | Semana até 23/11/2006 | Diferença |
| Óleo bruto | 313,2 | 335,8 | -6,7% |
| Gasolina | 196,6 | 204,2 | -3,7% |
| Derivados | 130,9 | 141,2 | -7,3% |
| Óleo para calefação | 44,7 | 62,9 | -28,9% |
Preços em Londres e NY
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 93,66
nesta quarta-feira, alta de 0,81% em relação ao último fechamento.
Com o desempenho positivo dessa sessão, o petróleo acumula forte alta de 3,73% neste mês de novembro.
Por sua vez, a variação no ano fica positiva em 55,74%, já que a
commodity encerrou o ano passado cotada a US$
60,14 por barril em Londres.
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O contrato com vencimento em janeiro de 2008, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 94,56 por barril, configurando uma alta de 0,15% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE, o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira.
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Como os Estados Unidos são os maiores consumidores e importadores mundiais de óleo bruto, suas relações de oferta e demanda exigem acompanhamento de perto pelo mercado.
Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.