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SÃO PAULO – Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram na passagem semanal, atingindo o patamar de 339,9 milhões de barris. Os dados foram anunciados nesta quarta-feira (2) pelo Departamento de Energia do país.
Entre as semanas terminadas em 20 e 27 de novembro, o nível dos estoques de óleo bruto nos EUA avançou em 2,1 milhões de barris, enquanto os analistas esperavam aumento de 1,5 milhão, conforme levantamento da agência Bloomberg.
Da mesma forma, os estoques de gasolina subiram em 4,0 milhões de barris na última semana. Ainda segundo o relatório, as refinarias norte-americanas operaram com 79,7% de sua capacidade operacional total, abaixo do registrado na semana anterior, de 80,3%.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 27/11/2009 | Semana até 20/11/2009 | Variação |
| Óleo bruto | 339,9 | 337,8 | +2,1 |
| Gasolina | 214,1 | 210,1 | +4,0 |
| Derivados | 165,7 | 166,9 | -1,2 |
| Óleo para calefação | 51,3 | 51,6 | -0,3 |
Variação anual
| Em milhões de barris | Semana até 27/11/2009 | Semana até 27/11/2008 | Variação |
| Óleo bruto | 339,9 | 320,4 | +19,5 |
| Gasolina | 214,1 | 202,6 | +11,5 |
| Derivados | 165,7 | 134,8 | +30,9 |
| Óleo para calefação | 51,3 | 41,8 | +9,5 |
Preço do barril avança em Londres
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 77,53 nesta quarta-feira, baixa de 2,80% em relação ao último fechamento.
Já o contrato com vencimento em janeiro de 2010, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 76,52 por barril, configurando uma baixa de 2,36% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE (Department of Energy), o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Como os EUA são os maiores consumidores e importadores mundiais de óleo bruto, suas relações de oferta e demanda exigem acompanhamento de perto pelo mercado.
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Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.