Estoques de petróleo dos EUA avançam 0,4% na passagem semanal

No mesmo sentido, estoques de gasolina diminuíram 1,9% no período; refinarias operaram com capacidade de 84,2%

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SÃO PAULO – Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram em 1,3 milhão de barris, ou 0,4% no período de 3 a 7 de outubro, chegando ao patamar de 337,6 milhões de barris. No mesmo período, os estoques de gasolina diminuíram em 4,1 milhões de barris, ou 1,9%.

Os dados divulgados nesta quinta-feira (13) pelo Departamento de Energia norte-americano mostram ainda que as refinarias do país operaram com 84,2% de sua capacidade operacional total, frente aos 87,7% observados na última semana.

Variação semanal

 Em milhões de barris   Semana até 7/10/2011   Semana até 30/9/2011   Variação
Óleo Bruto 337,6 336,3 +0,4%
Gasolina 209,6 213,7 -1,9%
Derivados 156,1 157,5 -0,9%
Óleo para calefação 39,3 40,1 -2,1%

Variação anual

 Em milhões de barris   Semana até 7/10/2011   Semana até 8/10/2010  Variação
Óleo Bruto 337,6 360,5 -6,4%
Gasolina 209,6 218,2 -3,9%
Derivados 156,1 146,4 +6,7%
Óleo para calefação 39,3 54,2 -27,6%

Cotações
O barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, segue cotado a US$ 109,81 no pregão desta quinta-feira, baixa de 1,21% em relação ao último fechamento. 

Apesar do desempenho negativo no dia, o petróleo acumula forte alta de 6,13% neste mês de outubro. Por sua vez, a variação no ano ficou positiva em 14,98%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 95,50 por barril em Londres.

O contrato com vencimento em novembro de 2011, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, segue cotado a US$ 83,80 por barril, configurando uma baixa de 1,98% frente ao fechamento anterior.

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Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE (Department of Energy), o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Ao lado da China, os EUA são os maiores consumidores mundiais de óleo bruto e, com isso, a relação entre oferta e demanda apresentada pelo país exige acompanhamento de perto pelo mercado.

Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.