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SÃO PAULO – Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram em 900 mil barris, ou 0,2%, no período entre 14 e 18 de maio, chegando ao patamar de 382,5 milhões de barris. No mesmo período, os estoques de gasolina recuaram em 3,3 milhões de barris, ou 1,6%, para 201 milhões de barris.
Os dados divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Departamento de Energia norte-americano mostram ainda que as refinarias do país operaram com 88,1% de sua capacidade operacional total, frente aos 88,3% observados na última semana.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 18/05/2012 | Semana até 11/05/2012 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 382,5 | 381,6 | +0,2% |
| Gasolina | 201,0 | 204,3 | -1,6% |
| Derivados | 151,0 | 154,2 | -2,1% |
| Óleo para calefação | 25,2 | 25,4 | -0,7% |
Variação anual
| Em milhões de barris | Semana até 18/05/2012 | Semana até 20/05/2011 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 382,5 | 370,9 | +3,1% |
| Gasolina | 201,0 | 209,7 | -4,2% |
| Derivados | 151,0 | 153,2 | -1,4% |
| Óleo para calefação | 25,2 | 31,9 | -20,9% |
Cotações
O barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, segue cotado a US$ 106,62 no pregão desta quarta-feira, baixa de 1,18% em relação ao último fechamento. Com o desempenho negativo no dia, o petróleo acumula forte baixa de 10,67% neste mês de maio. Por sua vez, a variação no ano ficou negativa em 1,21%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 107,93 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em junho de 2012, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, segue cotado a US$ 90,66 por barril, configurando uma baixa de 1,09% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE (Department of Energy), o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Ao lado da China, os EUA são os maiores consumidores mundiais de óleo bruto e, com isso, a relação entre oferta e demanda apresentada pelo país exige acompanhamento de perto pelo mercado.
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Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.