Estoques de petróleo dos EUA avançam 0,1% na passagem semanal

No mesmo sentido, estoques de gasolina sobem 0,7% no período, enquanto refinarias operaram com capacidade de 82,8%

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SÃO PAULO – Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram em 300 mil barris, ou 0,1%, no período entre 27 de janeiro e 3 de fevereiro, chegando ao patamar de 339,2 milhões de barris. No mesmo período, os estoques de gasolina aumentaram em 1,6 milhão de barris, ou 0,7%, para 231,8 milhões de barris.

Os dados divulgados nesta quarta-feira (8) pelo Departamento de Energia norte-americano mostram ainda que as refinarias do país operaram com 82,8% de sua capacidade operacional total, frente aos 81,8% observados na última semana.

Variação semanal

 Em milhões de barris   Semana até 03/02/2012   Semana até 27/01/2012   Variação
Óleo Bruto 339,2 338,9 +0,1%
Gasolina 231,8 230,1 +0,7%
Derivados 169,1 167,8 +0,8%
Óleo para calefação 31,4 30,8 +1,9%

Variação anual

 Em milhões de barris   Semana até 03/02/2012   Semana até 04/02/2011  Variação
Óleo Bruto 339,2 345,1 -1,7%
Gasolina 231,8 240,9 -3,8%
Derivados 169,1 168,8 +0,1%
Óleo para calefação 31,4 38,6 -18,7%

Cotações
O barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, segue cotado a US$ 116,65 no pregão desta quarta-feira, leve baixa de 0,19% em relação ao último fechamento. 

Apesar do desempenho negativo no dia, o petróleo acumula forte alta de 5,01% neste mês de fevereiro. Da mesma forma, a variação no ano ficou positiva em 8,08%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 107,93 por barril em Londres.

O contrato com vencimento em março de 2012, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, segue cotado a US$ 99,04 por barril, configurando uma alta de 0,49% frente ao fechamento anterior.

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Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE (Department of Energy), o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Ao lado da China, os EUA são os maiores consumidores mundiais de óleo bruto e, com isso, a relação entre oferta e demanda apresentada pelo país exige acompanhamento de perto pelo mercado.

Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.