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SÃO PAULO – O nível dos estoques de petróleo nos EUA avançou na última semana, informou o DOE (Departamento de Energia dos EUA) nesta quarta-feira (6).
O relatório semanal demonstrou um acréscimo de 7 milhões de barris nos estoques da commodity. No mesmo sentido, os estoques de gasolina apresentaram um acréscimo de 3,6 milhões de barris frente à semana terminada em 25 de janeiro.
Ainda segundo o Departamento de Energia, as refinarias operaram com 84,3% de sua capacidade operacional total, abaixo dos 85,0% registrados na medição anterior.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 01/02/2008 | Semana até 25/01/2008 | Variação |
| Óleo bruto | 300,0 | 293,0 | +7,0 |
| Gasolina | 227,5 | 223,9 | +3,6 |
| Derivados | 127,1 | 127,0 | +0,1 |
| Óleo para calefação | 36,1 | 35,8 | +0,3 |
Variação anual
| Em milhões de barris | Semana até 01/02/2008 | Semana até 01/02/2007 | Diferença |
| Óleo bruto | 300,0 | 323,7 | -23,7 |
| Gasolina | 227,5 | 227,9 | -0,4 |
| Derivados | 127,1 | 139,5 | -12,4 |
| Óleo para calefação | 36,1 | 53,9 | -17,8 |
Barril de petróleo em forte baixa nas praças internacionais
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 87,98
nesta quarta-feira, baixa de 1,26% em relação ao último fechamento.
Com o desempenho negativo
dessa sessão, o petróleo acumula forte baixa de 4,95% neste mês de fevereiro.
Por sua vez, a variação no ano fica negativa em 6,29%, já que a
commodity encerrou o ano passado cotada a US$
93,89 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em março de 2008, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 87,08 por barril, configurando uma baixa de 1,40% frente ao fechamento anterior.
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Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE, o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira.
Como os Estados Unidos são os maiores consumidores e importadores mundiais de óleo bruto, suas relações de oferta e demanda exigem acompanhamento de perto pelo mercado.
Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.