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SÃO PAULO – As estatísticas de tráfego da TAM (TAMM4) foram avaliadas como “fortes” pelo Santander, que ressaltou o crescimento da companhia tanto no mercado doméstico como no internacional. Em linha, o Citigroup disse que os números reportados pela companhia são “muito encorajadores”.
Em maio, a companhia aérea mostrou crescimento anualizado de 39% na demanda por voos TAM e de 17,6% na oferta, com taxa de ocupação de 67,6%. Além disso, a demanda internacional subiu 21%, com uma taxa de ocupação de 82,1% – 4,0 pontos superior à do mês anterior.
De acordo com os analistas Stephen Trent e Angela Lieh, do Citi, parte desse crescimento veio da “estratégia da companhia em elevar a parcela de voos fora dos horários de pico, com uma maior penetração, no varejo, nas vendas das passagens”.
Outro fato a ser ressaltado por Angela e Trent é a melhora da taxa de ocupação, o que provavelmente sustentaria as receitas por cada unidade.
Yield doméstico cai
Já Caio Dias, Bruno Amorim e Alexandre Amson, do Santander, lembram que a companhia divulgou que seu yield doméstico (preço médio por passageiro a cada quilômetro de voo) recuou frente a abril, que já havia registrado um nível fraco.
Para eles, isso deve fazer com que a companhia não apresente uma melhora na lucratividade, já que pode mostrar que a TAM tenha adotado uma estratégia de preços agressiva, com o intuito de estimular demanda. Contudo, os analistas lembram que o yield internacional, em dólares, teve alta.
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Todavia, a compra de ações da companhia ainda é encorajada pelos analistas do banco, já que estas representariam “a melhor maneira de apostar na fusão com a LAN”. Assim sendo, eles fixam um preço-alvo, com base no valor justo calculado para a resultante da fusão, de R$ 45,00, o que representaria alta de 34,33% frente ao fechamento de quinta-feira (30).