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SÃO PAULO – Mesmo com as pressões para a elevação da Ptax, taxa média do dólar que remunera os contratos cambiais, tendo em vista o vencimento da dívida do governa na quarta-feira, a moeda norte-americana inicia essa sessão em baixa.
Fluxos externos barram alta do dólar
O fluxo de entrada de capitais na economia tem contribuído para impedir a alta do dólar nessa terça-feira, mesmo com detentores de títulos da dívida do governo buscando impulsionar a Ptax para ampliar seus ganhos com o vencimento da dívida.
Nesse sentido, as captações privadas no exterior e os superávits na balança comercial, além da menor demanda do Tesouro Nacional por dólares para o pagamento de dívidas, são fatores que têm evitado a alta da moeda norte-americana. Além disso, a estabilidade da economia do país também tem diminuido a demanda por hedge cambial.
Cenário político segue analisado
Por outro lado, no cenário político, o destaque fica com a tramitação das reformas estruturais. Ainda nessa terça-feira o nome do relator da Reforma Tributária na Comissão de Constituição e Justiça do Senado deverá ser indicado, o que dará prosseguimento à votação dessa reforma.
Já os destaques da Reforma da Previdência devem ser votados nessa sessão. O relator da proposta da reforma, senador Tião Viana(PT-AC), declarou que há possibilidade de mudanças no texto da reforma.
Dólar cotado em baixa
Com isso, o dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,9230 na compra e R$ 2,9270
na venda, leve baixa de 0,14% em relação ao fechamento anterior.
Com a
variação desta terça-feira, a moeda norte-americana registra queda de 1,75%
neste mês de setembro e uma desvalorização de 17,53% desde o início do ano.
Dólar paralelo permanece em R$ 3,0200
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No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$
3,0200, representando um ágio de 3,32%
em relação ao dólar comercial.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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