Embraer (EMBR3) atinge novo recorde na carteira de pedidos do 3º tri – e ação sobe 5%

Carteira de pedidos atingiu a cifra recorde de US$ 31,3 bilhões

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

Logo da Embraer 3/7/2024 REUTERS/Amanda Perobelli/Arquivo
Logo da Embraer 3/7/2024 REUTERS/Amanda Perobelli/Arquivo

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As ações da Embraer (EMBR3) registraram alta nesta terça-feira após a fabricante de aeronaves registrar um crescimento de quase 40% em sua carteira de pedidos do terceiro trimestre em relação ao mesmo período no ano anterior, atingindo a cifra recorde de US$ 31,3 bilhões, atingindo um novo recorde. Os papéis subiram 5,12%, a R$ 85,66.

O JPMorgan afirmou que o desempenho do segmento de aviação comercial foi impulsionado pelas encomendas da Avelo e da Latam, que juntas somam 74 aeronaves.

“Embora o mercado já estivesse acompanhando a expansão da carteira de pedidos, a Embraer atingiu outro nível recorde.”

O JPMorgan também destacou que a carteira de pedidos poderia estar em cerca de US$ 33,7 bilhões ao adicionar o recente pedido da TrueNoord de US$ 1,8 bilhão.

Já XP comenta que os números de hoje reforçam o bom momento de novos pedidos, com destaque para o crescimento da carteira de pedidos na Aviação Comercial.

A corretora vê os anúncios recentes ilustrando o sucesso das campanhas de vendas da Embraer, com espaço para novos anúncios até o final do ano. “A dinâmica de sazonalidade está novamente presente, com uma concentração de entregas esperada no 4T (especialmente na Aviação Comercial) para atender à projeção para o ano fiscal de 2025”, acrescenta.

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Acordo com a Coreia do Sul

A Embraer e a Administração do Programa de Aquisição de Defesa da Coreia do Sul (DAPA) assinaram um Memorando de Entendimento para aprofundar a cooperação estratégica. O acordo visa expandir as iniciativas conjuntas de defesa, integrar empresas coreanas à cadeia de suprimentos global da Embraer e apoiar o crescimento das exportações.

O Bradesco BBI avalia o acordo como positivo, já que fortalece o posicionamento da Embraer no mercado de defesa da Ásia, reforçando a tração internacional do C-390 e abrindo novos canais de colaboração industrial com fornecedores coreanos.