Embaladas por commodities, bolsas de Londres, Paris e Amsterdan operam em alta

A maioria dos mercados europeus está fechada; quinta-feira marca quarta sessão seguida de ganhos nas bolsas da região

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SÃO PAULO – As bolsas europeias operam com leve alta nesta quinta-feira (24), em sessão marcada por fraco volume de negócios e poucas referências tanto no âmbito econômico quanto no corporativo. Por lá, a maioria dos mercados esteve fechada por conta das comemorações natalinas – entre as principais bolsas, operaram somente a londrina, a holandesa e a francesa.

Os índices FTSE100, CAC40 e AEX-Index subiam há pouco 0,21%, 0,06% e 0,20%, respectivamente. A quinta-feira marca a quarta sessão seguida de ganhos nos mercados europeus.

Na expectativa de continuidade da melhora gradual dos indicadores econômicos ao redor do mundo, as commodities tiveram uma sessão positiva. Com isso, as ações de produtoras de materiais básicos têm um dia de valorização, a exemplo da ArcelorMittal, listada na bolsa holandesa, e das britânicas Fresnillo (maior alta do FTSE 100 no dia), BHP Billiton, Anglo American, Xstrata e Rio Tinto. 

As petrolíferas também sobem em Londres, influenciadas pela alta do petróleo na véspera e também nesta sessão, que conta com negociações eletrônicas da commodity energética na Europa. 

No sentido oposto, a quinta-feira marca realização dos recentes ganhos dos papéis do setor financeiro na bolsa londrina, com RSA Insurance, HSBC e Prudential apresentando perdas.  

Espera por dados econômicos nos EUA
A sessão é pautada pela expectativa em torno dos indicadores que sairão nos EUA. Às 11h30 (horário de Brasília) serão conhecidos o Durable Good Orders, que mede o volume de pedidos e entregas de bens duráveis, relativo à novembro, e o Initial Claims, que mensura o número de pedidos de auxílio-desemprego feitos pela primeira vez na passagem semanal. A expectativa de analistas é que ambos tragam dados melhores do que os vistos nas medições anteriores.

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Importante lembrar que na véspera os dados divulgados nos EUA desagradaram. Foram as referências corporativas que seguraram os índices de Wall Street no azul.