Publicidade
SÃO PAULO – Em sessão instável, o dólar comercial volta a operar próximo à estabilidade. A volatilidade da moeda norte-americana reflete a apreensão vista no mercado acionário, que amenizou os ganhos vistos durante a manhã desta quinta-feira (16).
O clima continua indefinido, com referências dividindo o sentimento dos investidores. Dentre os sinais positivos da sessão, destaque para o crescimento acima do esperado do PIB (Produto Interno Bruto) chinês e o resultado trimestral do JP Morgan, que superou as expectativas dos analistas.
Contrabalanceando estes dados, a agenda norte-americana contou com um recuo acima do previsto da atividade industrial na região da Filadélfia em junho. Ainda por lá, a confirmação da financiadora CIT Group do não recebimento de nova ajuda do governo aumenta os rumores em torno de uma possível falência.
Brasil
O panorama doméstico conta com menor movimento na agenda econômica, trazendo como referência principal os números da segunda prévia de julho do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal), que revelou aceleração inflacionária.
Agora a pouco, o Banco Central acabou de confirmar nova intervenção no mercado cambial. Segundo os números do Depin (Departamento de Operações de Reservas Internacionais), a autoridade já captou cerca de US$ 220 milhões no mês de julho.
Confira as cotações do dólar
dólar comercial opera cotado a R$ 1,9330 na compra e R$ 1,9350
na venda, leve baixa de 0,05% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,0500, representando um ágio de 6,05%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 1,43% em julho, frente
à baixa de 0,61% registrada no mês passado.
Continua depois da publicidade
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 17,20%.
Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em agosto
opera cotado a R$ 1.939,
leve alta em relação ao fechamento
de R$ 1.938
Continua depois da publicidade
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em setembro, por sua vez, opera em leve alta,
atingindo R$ 1.952 frente
à R$ 1.950 do fechamento de
ontem.