Publicidade
SÃO PAULO – No último pregão de julho, o dólar comercial opera na tarde desta sexta-feira (31) com alta de 0,28%, corrigindo parte da perda registrada na sessão anterior.
No acumulado mensal, a divisa norte-americana recuou 4,18%, tendo atingido a menor cotação desde setembro de 2008 na última quinta-feira. O movimento de ajuste ocorre mesmo com o ingresso de recursos na bolsa brasileira, que opera desde cedo no campo positivo, amparada pela boa surpresa com o PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA.
Segundo os dados do governo norte-americano, a economia do país encolheu 1% no segundo trimestre, enquanto o mercado esperava queda de 1,5%. O número dividiu a atenção com os dados sobre a indústria de Chicago, que também ficaram melhores do que o projetado.
Destaques do dia
As surpresas positivas na agenda econômica ajudam a reduzir a aversão ao risco dos investidores, que consideram os números sinais de que a economia está se recuperando ao redor do globo.
A série de resultados corporativos também é bastante comentada no panorama internacional, com destaque para os números trimestrais de Anglo American, British Airways e das gigantes petrolíferas Total e Chevron.
No Brasil, o Banco Central continua atento às oscilações no câmbio, mas ainda não anunciou novas intervenções no mercado. Na tarde de quinta-feira, a autoridade monetária voltou a comprar moeda, com objetivo de aumentar as reservas do País.
Continua depois da publicidade
Resultado acumulado
No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,0000 na venda, representando um ágio de 6,50% em relação ao dólar comercial.