Em fevereiro, confiança do consumidor subiu no Japão

Indicador que avalia percepção sobre a economia, renda, condições de mercado de trabalho e intenção de compra se aproximou dos 50 pontos

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SÃO PAULO – Em fevereiro, o índice que mede a confiança do consumidor japonês subiu frente ao registrado no mês de janeiro. A divulgação foi feita nesta segunda-feira, dia 13, pelo gabinete de governo do Japão, no que representa mais um sinal positivo para a economia japonesa.

De acordo com o relatório, o indicador alcançou 49,8 pontos ligeiramente acima dos 49,5 pontos de janeiro. Mais do que o aumento em si, que pode ser considerado modesto, merece destaque o fato de que esse foi o segundo aumento consecutivo do indicador e de que o indicador está bastante próximo dos 50 pontos.

Maior otimismo quanto ao emprego

O avanço registrado em fevereiro pode ser atribuído ao maior otimismo dos japoneses quanto às condições do mercado de trabalho, cujo índice subiu de 53,5 pontos para 54,9 pontos.

O desempenho dos demais componentes do índice não foi tão favorável, com o índice que avalia a percepção geral sobre a economia caindo de 46,9 pontos em janeiro para 46,7 pontos em fevereiro, no segundo recuo consecutivo em três meses.

Por sua vez, o componente que avalia o sentimento quanto ao crescimento da renda registrou ligeira melhora, subindo de 46 pontos para 46,2 pontos. Não houve mudanças no índice que avalia a intenção de comprar bens duráveis, que continuou em 51,4 pontos, estável frente a janeiro.

Sobre o índice

O indicador é calculado com base nas respostas dos consumidores sobre: percepção geral sobre a economia, crescimento da renda, condições de emprego e intenção de comprar bens duráveis. Os entrevistados devem indicar se houve melhora ou piora frente aos três meses anteriores.

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Resultados acima de 50 pontos indicam que os entrevistados que percebem uma melhoria superam aqueles que acreditam que houve deterioração. Já resultados abaixo de 50 pontos sugerem que a maioria dos entrevistados acredita que as condições da economia pioraram.