Em dia tenso, dólar comercial passa a operar no campo negativo

Plano norte-americano aponta novas perdas decorrentes do preço do petróleo e da crise do subprime

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SÃO PAULO – Revertendo o movimento verificado pela manhã, o dólar comercial passa a operar no terreno negativo nesta sexta-feira (9), acompanhando o conturbado cenário norte-americano.

O dia foi marcado pela divulgação dos resultados da AIG, que apresentou o segundo prejuízo consecutivo causado pela crise do mercado de crédito. Além disso, as empresas Delta Air Lines e Valero Energy sinalizaram perdas decorrentes do preço recorde do petróleo.

Confirmando os rumores que corriam nos mercados pela manhã, o Citigroup anunciou a venda de US$ 400 bilhões em ativos, ainda em decorrência do subprime.

Entre as referências do calendário econômico, a balança comercial norte-americana apontou para uma situação melhor do que a esperada pelos analistas, mostrando uma diminuição nas importações do País.

No plano interno, dentre os índices de inflação divulgados, o destaque foi o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), que apontou aceleração na inflação brasileira. O grupo que mais influenciou esse resultado foi o de alimentos.

Confira as cotações

O dólar comercial está sendo cotado a R$ 1,6890 na compra e R$ 1,6910 na venda, baixa de 0,18% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 1,8800 na venda, representando um ágio de 11,31% em relação ao dólar comercial.

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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em junho está sendo cotado a R$ 1.700,
leve baixa de 0,15% em relação ao fechamento
de R$ 1.702
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em julho, por sua vez, opera
em baixa de 0,35%,
atingindo R$ 1.711 frente
a R$ 1.717 do fechamento de quinta-feira.