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SÃO PAULO – Em uma segunda-feira de baixa volatilidade no mercado de câmbio brasileiro, o dólar comercial retomou sua trajetória de queda, depois de um movimento de ajuste na última quinta-feira.
A queda do rendimento do Treasury de 10 anos, após o recorde da semana passada, contribuiu para desvalorização da divisa norte-americana nesta sessão.
Cenário interno
Internamente, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior informou pela manhã que a balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 398 milhões na segunda semana de abril, bem abaixo das expectativas de cerca de US$ 900 milhões.
O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal), por sua vez, registrou variação positiva de 0,23%, desacelerando em relação a alta de 0,30% apurada na semana anterior.
BC comprou dólares
O Banco Central voltou a comprar dólares nesta segunda-feira e, segundo fontes de mercado, teria aceitado 20 propostas, com taxa de corte de R$ 2,1330.
Dólar recua
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1330 na compra e R$ 2,1340
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na venda, leve baixa de 0,14% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3000, representando um ágio de 7,83%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 1,39% em abril, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,14%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em maio
encerrou o dia cotado a R$ 2.143,
baixa de 0,26% em relação ao fechamento
de R$ 2.148
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em junho, por sua vez, fechou em baixa de 0,44%,
atingindo R$ 2.156 frente
à R$ 2.166 do fechamento de
quinta-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,1350.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,47% para junho de 2006, alta de 0,02 ponto percentual em relação à cotação de ajuste da sessão anterior.