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SÃO PAULO – Depois de fecharem o último pregão em alta, influenciados pelo noticiário positivo da economia norte-americana, nesta terça-feira (9) os principais índices asiáticos encerraram os negócios em queda, com os investidores preocupados com o fortalecimento do iene no Japão e medidas regulatórias na China.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
|---|---|---|---|---|
| Nikkei | -0,39 | 9.694 | +1,10 | -8,08 |
| Hang Seng | -1,02 | 24.710 | — | — |
| Shangai Composite | -0,78 | 3.135 | +14,47 | -4,34 |
No Japão, depois de atingir seu maior patamar desde julho, com os cinco últimos pregões fechando no campo positivo, o índice Nikkei fechou em baixa de 0,39%, com o mercado repercutindo o fortalecimento do iene e consequente redução das perspectivas para as empresas japonesas, que são fortemente baseadas em exportações.
Entre as baixas, a Olympus, fabricante de câmeras, teve a maior queda, de 4,21%. Outros destaques de queda no Japão foram as ações da Inpex, holding de exploração de petróleo e gás, com queda de 2,15% e a Japan Petroleum Explorations, outra empresa japonesa de exploração de petróleo, que recuou 2,08%.
China
De forma análoga ao que aconteceu no Japão, depois do índice Shangai Composite atingir seu maior nível em sete meses, neste último pregão registrou-se queda de 0,78%.
Ademais, os investidores aguardam a divulgação de dados sobre a inflação na próxima quinta-feira (11). Uma das principais preocupações da China diz respeito à inflação, que pode ficar fora da meta do governo – de 3% ao ano -, ampliando os temores sobre um novo aperto monetário pelo PBoC (Banco Popular da China), o banco central do país.
Hong Kong
Em Honk Kong, o índice Hang Seng acompanhou a tendência e registrou queda de 1,02%, com destaque para a forte queda da Sino Land, holding de investimentos em propriedades imobiliárias, de 5,47%.
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