18 ações sobem mais de 20% nos 2 pregões após 1º turno e só 12 recuam; veja ranking

A maioria absoluta, 17 dos 18 papéis, entre os que subiram mais de 20% pertencem ao índice de Small Caps, enquanto sete também integram o Ibovespa e dois, o Índice de Dividendos

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Depois do primeiro turno das eleições, no domingo (4), o Ibovespa teve um forte avanço, ultrapassando os 200 mil pontos pela primeira vez – patamar que se mantém até esta quarta-feira (7).

Entre segunda e terça-feira, nos dois pregões que se seguiram às votações, 18 ações registraram altas superiores a 20%, de acordo com levantamento da Elos Ayta, que levou em consideração as carteiras do Ibovespa, do Índice de Dividendos (IDIV) e do Small Caps.

A Lojas Quero-Quero (LJQQ3) liderou as valorizações, com ganho de 46,75%. Em segundo lugar, estava a Movida (MOVI3), com 33,09%, seguida por Ecorodovias (ECOR3), com 31,34%, e Pague Menos (PGMN3), com 30,81%.

Ibovespa: ações sobem mais de 20% em dois pregões após primeiro turno das eleições 2026
Ibovespa: ações sobem mais de 20% em dois pregões após primeiro turno. Fonte: Elos Ayta

A maioria absoluta, 17 dos 18 papéis, entre os que subiram mais de 20% pertencem ao índice de Small Caps, enquanto sete também integram o Ibovespa e dois, o Índice de Dividendos (IDIV). A Elos Ayta explica que, como uma ação pode participar de mais de uma carteira, essas quantidades se sobrepõem.

Entre os setores, o relatório mostra que aluguel de carros reuniu três ações entre os destaques, com Movida (MOVI3), Vamos (VAMO3) e Localiza (RENT3). As incorporadoras também tiveram um desempenho expressivo, com destaques para Cyrela (CYRE3) e Eztec (EZTC3). O setor de produtos diversos, com Quero-Quero e Grupo SBF (SBFG3), tiveram dois representantes cada.

Ainda que o movimento tenha trazido algum fôlego para as ações, seis desses 18 papéis ainda acumulavam perdas em 2026 até 6 de outubro.

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A Pague Menos, por exemplo, permanecia com queda de 20,53% no ano, e o Grupo SBF, de 16,56%. Mesmo com o salto de 46,75%, a Quero-Quero encerrou o período com avanço de apenas 2,26% no ano.

De acordo com a Elos Ayta, os números mostram como uma alta expressiva em uma janela curta pode coexistir com um desempenho anual ainda fraco.

Recuos na bolsa

Do outro lado da Bolsa, os dados mostraram que 12 dos 149 papéis que integram as carteiras do Ibovespa, do IDIV e do Small Caps recuaram no acumulado entre os dias 5 e 6 de outubro.

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Entre os 12 papéis que registraram perdas no período, as maiores quedas foram de Suzano (SUZB3), com 5,93%, Embraer (EMBJ3), com 4,17%, e Vale (VALE3), com 2,40%.

Dos setores, a siderurgia concentrou três representantes; papel e celulose, minerais metálicos e exploração, refino e distribuição tiveram dois, cada.

Assim como a alta repentina não se converteu em alta no acumulado, o mesmo movimento ocorreu aqui. Oito das 12 ações mantiveram ganhos no ano, entre elas, Vibra (VBBR3), com 54,47%, e PRIO (PRIO3), com 49,81%.

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De acordo com a Elos Ayta, também é necessário destacar o peso dos papéis no Ibovespa. Apesar da alta expressiva, as sete integrantes do índice que avançaram mais de 20% representavam 3,13% da carteira. Já as 12 ações que caíram, somavam 21,15%, conforme as participações informadas no levantamento.

“Quantidade de ações e influência sobre o índice oferecem leituras diferentes do mesmo movimento”, explica a Elos Ayta.

Quedas ações 5 e 6 de outubro de 2026 (Imagem: Elos Ayta)
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Erick Souza
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