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SÃO PAULO – A cotação do dólar opera em queda pelo segundo pregão consecutivo negociado pelo menor valor desde janeiro de 2004.
O alívio no preço internacional do petróleo, que recua em Nova York e Londres, e o fluxo de capital positivo, confirmado pela divulgação de novo balanço das exportações brasileiras, pressionam o dólar.
O prêmio de risco Brasil, medido pelo banco norte-americano JP Morgan, apresenta recuo e os títulos da dívida registram valorização, cenário que favorece o recuo do dólar frente ao real.
A melhora da conjuntura interna, que inclui a revisão para baixo na perspectiva de inflação registrada pelo relatório Focus, fez o dólar cair 0,53% na manhã. A queda, no entanto, perdeu fôlego e a moeda opera com baixa de 0,49%.
Dólar sustenta desvalorização
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,8210 na compra e R$ 2,8230
na venda, baixa de 0,49% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
3,1000, representando um ágio de 9,89%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 1,33% em outubro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 2,72%.
Dólar futuro na BM&F
também opera em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em novembro
opera cotado a R$ 2.851,
baixa de 0,52% em relação ao fechamento
de R$ 2.866
da última sexta-feira. O contrato com vencimento em dezembro, por sua vez, opera em baixa de 0,71%,
atingindo R$ 2.882 frente
à R$ 2.903 do fechamento de
sexta-feira.