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SÃO PAULO – Depois de operar em ligeira alta no período da manhã, na sessão desta terça-feira, o dólar recuou com as boas notícias no cenário doméstico.
A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou a recomendação dos títulos soberanos do Brasil, de B+ para BB-, resultado da boa performance comercial do Brasil, diminuição do endividamento público e externo e sólida política macroeconômica.
Até petróleo recua em Nova York
Outro fator de otimismo é a divulgação da pesquisa CNT/Sensus, que aponta o aumento da aprovação de Lula, que subiu de 38,2% para 41,3%. Nem mesmo a alta do petróleo nos principais mercados abalou a confiança interna.
Até o petróleo, que causava tensão no mercado durante a manhã, recuou sua tendência de alta e é negociado em Nova Yorque abaixo dos US$ 50, valor ainda muito elevado.
Dólar cotado em baixa
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,8630 na compra e R$ 2,8660 na venda, baixa de 0,28% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$3,1070, representando um ágio de 8,52%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o dólar acumula desvalorização de 2,12% em setembro, frente à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 1,24%.
Dólar futuro na BM&F também opera em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro opera cotado a R$ 2.869, baixa de 0,28% em relação ao fechamento
de R$ 2.877 da última segunda-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, opera em baixa de 0,24%,
atingindo R$ 2.902 frente à R$ 2.909 do fechamento de ontem.