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SÃO PAULO – O dólar reverteu a tendência de queda observada durante a última segunda-feira e fechou as negociações desta quarta-feira com leve alta de 0,25%. O rebaixamento do rating de cinco bancos brasileiros (Itaú, Bradesco, BNDES, Unibanco e Banco do Brasil) em moeda local e escala global, de “A2” para “A3”, ainda com perspectiva negativa, dificultou ainda mais a captação de dólares no exterior, o que deverá restringir a liquidez do mercado cambial nacional.
Leilão ofertou US$ 100 milhões
A alta da moeda norte-americana só não foi maior devido ao leilão de US$ 100 milhões em linha externa, com prazo de 82 dias, realizado hoje pelo Banco Central. O valor ofertado inclui os US$ 50 milhões da injeção diária e mais US$ 50 milhões que o BC não ofereceu ontem devido ao feriado em São Paulo.
Além disto, o mercado aguarda notícias referentes aos encontros do presidente do BC, Amínio Fraga, com o Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Paul O´Neill, o presidente do Federal Reserve, Alan Greenspan, e com o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Horst Köhler, que estavam agendados para esta quarta-feira.
Dólar sobe e fecha cotado a R$ 2,854
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,8510 na compra e R$ 2,8540
na venda, alta de 0,25% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,8390, representando um deságio de 0,42%
em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 1,24% em julho, frente
a alta de 12,18% registrada no mês passado.
No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 23,28%.
Dólar futuro na BM&F
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em agosto
encerrou o dia cotado a R$ 2.859,
baixa de 0,38% em relação ao fechamento
de R$ 2.870
da última terça-feira. O contrato com vencimento em setembro, por sua vez, fechou em baixa de 0,33%,
atingindo R$ 2.885 frente
a R$ 2.895 do fechamento de
ontem.