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SÃO PAULO – Com isso, a moeda norte-americana interrompeu uma sequência de três altas e encerrou a sessão cotada a R$ 2,0311 na compra e R$ 2,0315 na venda, queda de 0,16%. Esse movimento seguiu o movimento do mercado internacional, que se mostrou otimista após o banco central chinês realizou uma injeção de liquidez no sistema financeiro.
Porém, a coletiva do governo espanhol voltou a trazer pessimismo para os investidores. A vice-primeira-ministra da Espanha, Soraya Saenz de Santamaría, alertou que o país deve continuar com os cortes de gastos para reduzir o déficit, como planejado, para cerca de € 40 bilhões até 2013. Além disso, será criado uma agência independente para regular essas medidas e os próprios gastos do governo.
Nos EUA, alguns dos muitos indicadores apresentados nesta quinta foram desanimadores. Os pedidos de bens duráveis despencaram 13,2% em agosto, bem pior que os 5% esperados. Assim como o PIB (Produto Interno Bruto), que no terceiro trimestre avançou menos que o esperado: 1,3%, contra estimativa anterior de 1,7%.
Já os pedidos iniciais de auxílio-desemprego foram uma surpresa positiva nos EUA, recuando de 385 mil na semana passada para 359 mil. Enquanto as vendas pendentes de imóveis recuou 2,6%, contrariando as expectativas de alta.
Agenda doméstica
Por aqui, o Banco Central divulgou o Relatório Trimestral de Inflação revelou expectativa de uma alta nos preços de 5,2% neste ano e de 4,9% para 2013, segundo projeções do cenário de referência. O centro da meta é de 4,5%, com variação de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
A instituição, que reduziu a projeção do PIB (Produto Interno Bruto) para este ano de 2,5% para 1,6%, ressaltou que o cenário externo é desinflacionário no médio prazo, assim como a desaceleração chinesa é positiva para conter a inflação.
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Por fim, o IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado) recuou para 0,97% em setembro, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas). Em agosto, a variação foi positiva em 1,43%. O índice corresponde ao período de 21 de agosto a 20 de setembro.
Dólar futuro e Ptax
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro segue o dia cotado a R$ 2,031, leve baixa de 0,15% em relação ao fechamento de R$ 2,034 da última quarta-feira. O contrato com vencimento em novembro opera em baixa de 0,22%, atingindo R$ 2,042 frente à R$ 2,046 do fechamento de ontem.
Já o dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&FBovespa, fechou a R$ 2,0311, queda de 0,15% sobre o último fechamento.