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SÃO PAULO – O dólar comercial segue no seu patamar mais baixo desde 30 de agosto, quando a moeda norte-americana esteve cotada a R$ 3,0090. O movimento se dá basicamente em função das captações feitas por bancos e empresas brasileiras nas últimas semanas, e que devem entrar no mercado de câmbio nos próximos dias.
Também contribuiu fortemente para esta trajetória de queda a conclusão do texto do projeto de reforma da Previdência, após a reunião entre o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com 25 governadores de Estados e representantes do Sergipe e Piauí.
Dólar segue em trajetória de queda
O dólar comercial opera cotado a R$ 3,0170 na compra e R$ 3,0200 na venda, forte baixa de 2,42% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$ 3,1930, representando um ágio de 5,83% em relação ao dólar comercial.
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Com esta queda, o dólar acumula desvalorização de 9,93% em abril, frente a baixa de 6,05% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 14,91%.
Dólar futuro na BM&F também opera em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em maio opera cotado a R$ 3.041, forte baixa de 2,34% em relação ao fechamento de R$ 3.114 da última quarta-feira. O contrato com vencimento em junho, por sua vez, opera em forte baixa de 2,43%, atingindo R$ 3.090 frente a R$ 3.167 do fechamento de ontem.