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SÃO PAULO – A liberação de US$ 30 bilhões do FMI (Fundo Monetário Internacional) motiva os investidores nesta quinta-feira, não somente pelo expressivo montante, que deve ser capaz de diminuir as turbulência frente ao quadro sucessório presidencial, mas também por ter surpreendido o mercado, que apostava em valores entre US$ 15 bilhões e US$ 25 bilhões. O acordo fechado com o FMI implicará o desembolso de US$ 6 bilhões ainda este ano e os US$ 24 bilhões restantes até o final de 2003. No entanto, a liberação da parcela do próximo ano estará atrelada ao apoio do próximo governo ao acordo com o Fundo, além do cumprimento das exigências feitas pelo FMI de manter a meta de superávit primário de 3,75% ao ano. Além disso, o Fundo afirmou que pretende estendê-la até o final de 2005, algo que pode gerar ruídos por parte da oposição. Com esse acordo, o FMI já liberou US$ 63,6 bilhões ao Brasil durante a gestão de FHC e a rapidez das negociações e o montante envolvido pode resultar aumento da credibilidade dos investidores externos ao país, além de demonstrarem a confiança do Fundo na economia e na condução da política macroeconômica brasileira. Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro ontem. <!–
Assim, o dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,884 na compra e R$ 2,899
na venda, forte baixa de 4,01% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$
2,866, representando deságio de 0,62%
em relação ao dólar comercial.
Liberação dos recursos em 2003 dependerá do próximo governo
Acordo demonstra confiança do FMI no país
Dólar futuro na BM&F
também opera em queda
está sendo cotado a R$ 2.881,
forte baixa de 2,87% em relação ao fechamento
de R$2.966
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, opera
em forte baixa de 2,97%,
atingindo R$ 2.845 frente
a R$ 2.932 do fechamento de
Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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