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SÃO PAULO – A melhor percepção dos investidores frente à economia brasileira faz com que apesar da elevada cotação do petróleo, o dólar opere em queda no decorrer da manhã desta sexta-feira. Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal considerou constitucional a taxação dos servidores inativos, o que diminui os temores de que o déficit da Previdência pudesse ser ampliado.
Vale lembrar que na última sessão o dólar fechou em alta, em virtude da elevada cotação do petróleo no mercado internacional, que trouxe temores de maior inflação futura. Nesta sessão, o destaque fica para uma notícia veiculada em um jornal de grande circulação no país segundo a qual o banco de investimentos JP Morgan é favorável a uma elevação do rating do Brasil.
De acordo com esta matéria, o JP Morgan espera que a agência de classificação de risco Standard & Poor’s eleve o rating do Brasil até o final deste ano, como ocorreu recentemente com a Turquia. Uma elevação deste tipo faria todo sentido, segundo consta no artigo, se pensarmos que o Brasil possui um superávit em conta corrente da ordem de 1,5% do PIB (Produto Interno Bruto), enquanto a Turquia apresenta déficit de 4,1% do PIB.
Dólar comercial opera em queda
Dessa maneira, o dólar comercial opera cotado a R$ 2,9740 na compra e R$ 2,9760
na venda, baixa de 0,37% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
3,1800, representando um ágio de 6,93%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 2,01% em agosto, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 2,55%.
Dólar futuro na BM&F
também opera em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro
opera cotado a R$ 2.987,
baixa de 0,42% em relação ao fechamento
de R$ 2.999
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, opera em baixa de 0,40%,
atingindo R$ 3.020 frente
à R$ 3.032 do fechamento de
quinta-feira.