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SÃO PAULO – Depois de demonstrar instabilidade durante a sessão, o dólar comercial encerrou a quinta-feira em leve queda, acumulando a sua segunda desvalorização consecutiva.
Mesmo que o quadro extremamente favorável ao influxo de recursos siga pressionando a divisa, as sucessivas quedas tendem a atrair compradores e impulsionam a taxa de câmbio.
Vale observar que nesta quinta-feira o Banco Central anunciou o fluxo cambial de fevereiro, que ficou positivo em US$ 7,75 bilhões, seu maior valor desde março de 1998.
BC retoma leilões de swap
Depois de não realizar o leilão de swap cambial reverso na véspera, o BC retomou a operação nesta quinta-feira, tendo vendido a totalidade dos 4.550 contratos oferecidos, movimentando US$ 213,3 milhões.
O banco ainda comprou dólares no mercado à vista e, segundo operadores de mercado, teria aceitado 5 propostas, com corte a R$ 2,1175.
Dólar recua
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1148 na compra e R$ 2,1150
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na venda, leve baixa de 0,05% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,2700, representando um ágio de 7,34%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 1,21% em março, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,95%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em abril
encerrou o dia cotado a R$ 2.133,
baixa de 0,16% em relação ao fechamento
de R$ 2.137
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em maio, por sua vez, fechou em leve baixa de 0,04%,
atingindo R$ 2.151 frente
à R$ 2.152 do fechamento de
quarta-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para o preço à vista da moeda na BM&F, fechou cotado a R$ 2,1120.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,55% para maio de 2006, queda de 0,05 ponto percentual em relação à cotação de ajuste da sessão anterior. Já o contrato referente a janeiro de 2007, encerrou a 4,74%, queda de 0,02 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.