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SÃO PAULO – Após abrir as negociações em forte alta, em decorrência do rebaixamento do rating brasileiro pela Moody’s, o mercado reduziu a pressão sobre o câmbio, que agora opera em alta bem mais moderada. Além disto, o câmbio também era pressionado pelos temores sobre o refinanciamento de US$ 2,5 bilhões em títulos cambiais que vencem nesta quinta-feira.
A desaceleração da moeda norte-americana é atribuída à atuação do BC, que já teria atuado duas vezes no mercado nesta terça-feira, com a venda de pequenos lotes. Outros fatores que influenciavam positivamente o mercado de câmbio eram os rumores sobre uma alta de Serra em nova pesquisa, e sobre rumores de uma possível intenção de Ciro Gomes em manter Armínio Fraga à frente do BC em caso de vitória nas eleições presidenciais.
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 3,1690 na compra e R$ 3,1800
na venda, forte alta de 0,82% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$
3,1490, representando um deságio de 0,63%
em relação ao dólar comercial.
Dólar futuro na BM&F também opera em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro está sendo cotado a R$ 3.150, alta de 0,22% em relação ao fechamento de R$ 3.143 da última segunda-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, opera em alta de 0,51%,
atingindo R$ 3.127 frente a R$ 3.111 do fechamento de ontem.