Dólar reduz alta para 0,47% e opera cotado a R$ 3,1800

A moeda norte-americana segue pressionada pela falta de liquiez do mercado cambial e pela expectativa frente a rolagem da dívida pelo Banco Central

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SÃO PAULO – Apesar de ter reduzido de forma significativa sua alta na tarde desta terça-feira, o dólar ainda segue pressionado pela falta de liquidez no mercado cambial, com muitas empresas tendo que pagar suas dívidas que não conseguiram ser renovadas em moeda norte-americana.

Também contribui para a alta do dólar, a expectativa do mercado frente à rolagem por parte do Banco Central dos US$ 700 milhões em papéis de dívida pública atrelados ao dólar que vencem na quarta-feira. Na segunda-feira a autoridade monetária rejeitou parte das ofertas das instituições financeiras para ficarem com os papéis, e agora o mercado espera a publicação do edital da rolagem da dívida.

Além disto, circulam boatos de que o Banco Central já teria ofertado os diários US$ 50 milhões no mercado cambial, o que teria contribuído para reduzir a cotação da moeda norte-americana.

Dólar sobe 0,47% e opera a R$ 3,18

O dólar comercial opera cotado a R$ 3,1650 na compra e R$ 3,1800 na venda, alta de 0,47% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$ 3,0000, representando um deságio de 5,21%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o dólar acumula desvalorização de 8,49% em agosto, frente
a alta de 23,27% registrada no mês passado. No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 37,37%.

Dólar futuro na BM&F

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro
opera cotado a R$ 3.065,
forte baixa de 1,07% em relação ao fechamento
de R$ 3.098
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, opera em forte alta de 1,45%,
atingindo R$ 3.089 frente
a R$ 3.045 do fechamento de

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ontem.

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