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Bloomberg) — Tentativa de BC com swaps é no sentido de conter a volatilidade e não o nível do câmbio. No médio prazo, real volta a refletir fundamentos domésticos e externos, diz Luis Afonso Fernandes Lima, economista da Mapfre Investimentos. Veja outros comentários:
- “Fraqueza da atividade econômica e os próximos dados vão demonstrar que não estamos nos recuperando, mas sim acelerando a queda no 3T ante 2T16”
- Esse é um dos vetores que devem influenciar câmbio
- Mapfre vê PIB 2017 em 1,5%, mas com viés de baixa em revisão que deve ocorrer após dado do 3T16
- “Questão fiscal segue como problema e, mesmo com reformas aprovadas, reflexo disso só aparecerá no longo prazo”
- Economista vê R$ 172 bi de déficit primário em 2017; “o que pode mudar o número é a questão da distribuição da multa da repatriação e da ajuda pleiteada pelos estados junto ao governo federal”
- “Também é difícil prever a questão da arrecadação, pois nunca passamos por uma crise tão prolongada”
- “Inflação vem surpreendendo para baixo, principalmente por conta de alimentação, e BC deve partir para -0,50pp na próxima reunião, mesmo com risco Trump”
- Para ciclo, Lima prevê 10,5%; “isso é piso e, se errarmos, será porque nível ficou mais alto”
- “Quem pode atrapalhar a festa é o câmbio”
- “Queda da Selic pode ajudar PIB, mas canal de crédito está congestionado pela inadimplência, endividamento elevado e spread alto”
- “BC está pensando bastante sobre spread bancário e instrumentos bancários, que reduzam spreads”
- “Pode diminuir compulsório por exemplo, o que seria coerente com redução de juros, e iria na mesma direção, o que não acontecia no passado”
- “Previdência é um desafio. Questão da Lava Jato afetar PMDB, pode causar trincas na base aliada”
- “2017 estará mais próximo de 2018 e os partidos vão pensar mais em si mesmos e não na base aliada”
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