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SÃO PAULO – O dólar comercial inicia a tarde desta sexta-feira (19) invertendo a tendência observada durante a manhã, enquanto bolsas norte-americanas e europeias seguem trajetórias opostas nesta sessão. Há pouco, a moeda norte-americana era negociada a R$ 1,816 na venda, configurando recuo de 0,33%.
Nesta sexta-feira, o clima é instável, com investidores avaliando dados econômicos e importantes resultados corporativos. Em meio à desvalorização do Ibovespa e também dos principais índices dos EUA, o dólar caminha para encerrar esta sessão em queda.
Influências
Em destaque no noticiário desta sessão, o Fed decidiu elevar a taxa de juro referente a empréstimos emergenciais a bancos de 0,50% para 0,75%, provocando temores quanto à aproximação de um aperto monetário nos EUA.
Ainda no front norte-americano, a agenda destacou a divulgação do Consumer Price Index, que revelou inflação de 0,2% em janeiro, permanecendo aquém da expectativa de variação positiva de 0,3% no período. Já o Core CPI, que exclui os itens mais voláteis, como energia e alimentação, apontou variação negativa de 0,1%, e também ficou abaixo da variação positiva de 0,1% esperada por analistas.
Por aqui, destaque para a divulgação do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) que apontou inflação de 1,10% no segundo decêndio de fevereiro. Cabe lembrar que o mercado espera variação positiva de 0,74% para o acumulado mensal.
Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em março está sendo cotado a R$ 1.817, alta de 0,22% em relação ao fechamento de R$ 1.813 da última quinta-feira. O contrato com vencimento em abril, por sua vez, opera em alta de 0,27%, atingindo R$ 1.830 frente a R$ 1.825 do fechamento de quinta-feira.