Dólar inverte tendência do dia e fecha em queda de 0,13% para R$ 2,96

Com cenário otimista revelado no relatório Focus e petróleo, dólar inverte tendência e fecha em queda nesta segunda-feira

Publicidade

SÃO PAULO – Confirmando o panorama de otimismo do cenário interno, a moeda norte-americana inverteu a tendência e fechou em queda nesta segunda-feira.

O otimismo do cenário é indicado pelos números do relatório Focus do Banco Central desta semana, que apontam uma elevação da projeção para o crescimento da economia brasileira de 3,92% para 3,97% em 2004 e mantém em 3,50% para 2005.

Todavia, as projeções para o IPCA Índice de Preços ao Consumidor Amplo), no acumulado de 2004 foram elevadas de 7,16% para 7,19%.

Para completar o cenário, o petróleo segue em baixa nos principais mercados após atingir patamares nominais históricos durante a semana passada.

A moeda norte-americana segue com a trajetória de queda verificada na semana passada, em sua menor cotação nos últimos três meses.

Dólar fecha em queda

O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,9590 na compra e R$ 2,9620
na venda, com leve baixa de 0,13% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
3,1730, com ágio de 7,23%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 2,47% em agosto, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.

Continua depois da publicidade

No ano, a valorização acumulada da moeda norte-americana
chega a 2,07%.

Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.972,
baixa de 0,17% em relação ao fechamento
de R$ 2.977
da última sexta-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, fechou em baixa de 0,17%,
atingindo R$ 3.004 frente
à R$ 3.009 do fechamento de
sexta-feira.

Continua depois da publicidade

Curva de FRA de cupom cambial

O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 1,03% para outubro de 2004, com queda de 0,05 ponto percentual em relação ao fechamento anterior. Já o contrato de maior liquidez, referente a janeiro de 2005, encerrou a 1,34%, com queda de 0,05 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.