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O dólar à vista opera novamente em forte baixa ante o real nesta quinta-feira (22), com investidores assimilando dados dos Estados Unidos, enquanto ainda repercutem as declarações mais brandas na véspera do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a Groenlândia.
Com o movimento até aqui, a moeda americana apaga completamente os ganhos vistos desde a explosão em 5 de dezembro do ano passado, no chamado “Flávio Day”, quando o senador oficializou sua pré-candidatura à Presidência, e atinge o menor patamar desde novembro.
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Qual a cotação do dólar hoje?
Às 13h10, o dólar à vista operava em baixa de 0,49%, aos R$ 5,293 na venda. O dólar futuro para fevereiro — atualmente o mais negociado no Brasil — caía 0,58% na B3, aos R$ 5,302.
Dólar comercial
- Compra: R$ 5,292
- Venda: R$ 5,293
O que aconteceu com dólar hoje?
Após o dólar à vista fechar em forte baixa na véspera, aos R$ 5,3209, na menor cotação de fechamento desde 4 de dezembro do ano passado, a divisa abriu próxima da estabilidade ante o real nesta quinta.
Na quarta-feira, Trump recuou nas ameaças sobre a Groenlândia, descartando tomar a ilha à força e sinalizando negociações com a Europa para um acordo. O recuo foi suficiente para impulsionar os mercados.
O núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) nos Estados Unidos subiu 0,2% em novembro na base de comparação mensal, mesmo número registrado em outubro, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (22) pelo Departamento de Comércio. Na comparação anual, a alta do núcleo foi de 2,7%.
O índice cheio do PCE aumentou 0,2% em novembro, igualando o avanço de outubro. Nos 12 meses até novembro, o PCE subiu 2,8%, de 2,7% em outubro, acima do esperado. O consenso da pesquisa Reuters apontava um PCE em 12 meses novamente em 2,7%.
O Produto Interno Bruto (PIB) no 3T25 cresceu 4,4% na comparação com o 2T25. Já os pedidos iniciais de seguro-desemprego nos EUA esta semana ficaram em 200 mil, bem abaixo da expectativa de 209 mil.
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No Brasil, a arrecadação do governo federal teve alta real de 3,65% em 2025 sobre ano anterior, somando R$ 2,887 trilhões. O desempenho de dezembro também foi positivo, com arrecadação subindo 7,46% acima da inflação, a R$ 292,724 bilhões.
(Com Reuters)