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Dólar hoje recua com exterior e Haddad no radar

Na sexta-feira, o dólar fechou cotado a R$5,3733, em alta de 0,09%.

Felipe Moreira

(Valter Campanato/Agência Brasil)
(Valter Campanato/Agência Brasil)

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O dólar à vista opera com baixa ante o real nesta segunda-feira (19), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma tarifa de 10% sobre países europeus que se opõem aos seus planos de tomar a Groenlândia. A medida elevou a cautela em relação à manutenção de ativos americanos, diante do caráter errático da política dos EUA. Internamente, os agentes aguardam por entrevista ao vivo do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao Uol a partir das 11h.

Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial

Qual a cotação do dólar hoje?

Às 10h20, o dólar comercial opera com baixa de 0,17%, aos R$ 5,363 na venda. O contrato de dólar futuro para fevereiro – atualmente o mais negociado no Brasil – avançava 0,08% na B3, aos R$ 5,391.

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Na sexta-feira, o dólar fechou cotado a R$5,3733, em alta de 0,09%.

Às 11h30 o Banco Central realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 2 de fevereiro.

Dólar comercial

O que aconteceu com dólar hoje?

O feriado do Dia de Martin Luther King mantém a bolsa fechada nos Estados Unidos, o que tende a afetar a liquidez ao redor do mundo, incluindo nos mercados de moedas.

No sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a intenção de aplicar novas tarifas comerciais sobre produtos de oito países europeus, até que os norte-americanos tenham permissão para comprar a Groenlândia, hoje ligada à Dinamarca.

No domingo, embaixadores da União Europeia disseram que preparam medidas de retaliação aos EUA.

O Bloomberg Dollar Spot Index recuava, após o novo imposto sobre bens de oito países que apoiam a manutenção da Groenlândia sob controle da Dinamarca. Os contratos futuros de Treasuries operaram de forma mista, com os mercados à vista fechados devido a um feriado nos Estados Unidos.

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As moedas europeias avançavam, com o franco suíço se destacando entre seus pares do G-10, impulsionado por maior demanda por ativos de proteção. O euro subiu a partir do menor nível em quase dois meses.

(Com Reuters e Bloomberg)