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O dólar encerrou a sexta-feira praticamente estável ante o real, em um ambiente de maior calmaria política no Brasil e sem gatilhos firmes para as cotações, enquanto no exterior a moeda norte-americana exibia ganhos ante uma cesta de moedas fortes.
Qual a cotação do dólar hoje?
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O dólar à vista fechou o dia em leve alta de 0,08%, aos R$ 5,4129. Na semana, a moeda acumulou baixa de 0,40% e, no ano, recuo de 12,40%.
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Às 17h03, o contrato de dólar futuro para janeiro — atualmente o mais líquido no Brasil — estava estável na B3, aos R$5,4320.
Dólar comercial
- Compra: R$ 5,412
- Venda: R$ 5,412
O que aconteceu com dólar hoje?
Em uma sessão de agenda relativamente esvaziada no Brasil e no exterior, os investidores seguem operando tendo como referência as últimas decisões sobre juros, enquanto monitoram discursos do Fed.
Na quarta-feira, o Federal Reserve reduziu a taxa norte-americana de referência em 25 pontos-base, para a faixa de 3,50% a 3,75%, mas passou indicações de que pode interromper o processo de cortes no fim de janeiro. Nesta manhã, o mercado precificava 77,9% de probabilidade de manutenção da taxa no próximo mês, contra 22,1% de chance de corte de 25 pontos-base, conforme a Ferramenta CME FedWatch.
No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve a Selic em 15% na quarta-feira, sem indicar claramente se começará a cortar a taxa básica em janeiro ou em março. Com isso, os agentes seguem divididos sobre o curto prazo da política monetária brasileira.
Neste cenário, às 10h17 o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes — subia 0,10%, a 98,430.
No Brasil, porém, a moeda norte-americana se mantinha acomodada, oscilando em margens bastante estreitas.
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O diferencial de juros entre Brasil e EUA tem sido apontado como um fator de atração de recursos para o país, o que mantém as cotações em níveis mais baixos.
Mais cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o setor de serviços cresceu 0,3% no volume em outubro ante setembro, desacelerando em relação à alta anterior de 0,7%. Apesar da desaceleração, o resultado ficou ligeiramente acima da expectativa em pesquisa da Reuters, de elevação de 0,2% em outubro.
(Com Reuters)
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