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O dólar fechou a sexta-feira em baixa ante o real e novamente próximo dos R$5,00, acompanhando o recuo da moeda norte-americana no exterior, onde investidores voltaram a demonstrar otimismo em relação ao cessar-fogo entre EUA e Irã.
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Qual a cotação do dólar hoje?
O dólar à vista encerrou o dia com queda de 1,03%, aos R$5,0104, o menor valor de fechamento desde 9 de abril de 2024, quando atingiu R$5,0067. Foi a terceira sessão consecutiva de perdas para a moeda norte-americana.
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Na semana, a divisa acumulou baixa de 2,90% e, no ano, queda de 8,72%.
Às 17h06, o dólar futuro para maio – atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — cedia 1,00% na B3, aos R$5,0315.
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Dólar comercial
- Compra: R$ 5,010
- Venda: R$ 5,010
O que aconteceu com dólar hoje?
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,88% em março na comparação com fevereiro. Na base anual, o IPCA teve alta de 4,14%. Expectativas em pesquisa da Reuters eram de altas de 0,77% na comparação mensal e de 4% em 12 meses.
Para Claudia Moreno, economista do C6 Bank, as restrições na produção de petróleo e de outros insumos já começaram a pressionar a inflação brasileira. “Por isso, esperamos um corte mais moderado na próxima reunião, no final do mês: 0,25 ponto percentual, levando os juros para 14,5%.”
Nos EUA, índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 0,9% em março. Na base anual, a alta foi de 3,3%. Economistas consultados pela Reuters previam alta de 0,9% na base mensal e avanço de 3,3% na base anual.
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De maneira geral, na avaliação de Nickolas Lobo, especialista em investimentos da Nomad, os números indicam que, apesar do choque externo nas commodities, a inflação permanece relativamente controlada e com sinais de deflação em setores como cuidados médicos e veículos usados.
No Oriente Médio, o Irã citou os ataques contínuos de Israel ao Líbano como um dos principais entraves em seu acordo de cessar-fogo com os Estados Unidos, que exige que Teerã reabra o Estreito de Ormuz. Delegações de Teerã e Washington terão discussões no Paquistão no sábado.
(Com Reuters)
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