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SÃO PAULO – A moeda norte-americana, que operou em baixa na maior parte da sessão, fechou em leve alta nesta quarta-feira, com as atenções do mercado divididas entre a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) e a nova alta no preço do petróleo.
Copom anunciará nova Selic
O mercado segue na expectativa quanto ao novo patamar da taxa Selic, que será divulgado pelo Copom no final desta tarde. Os analistas seguem divididos entre um corte de 0,25 ponto percentual ou a manutenção da taxa no atual patamar de 16% ao ano.
Vale destacar que esta última hipótese parece ser a decisão mais provável, devido às turbulências enfrentadas pelo mercado brasileiro nas últimas semanas.
Petróleo volta a subir
Além disso, o preço do barril de petróleo volta a subir no mercado global, principalmente devido à queda nas reservas de petróleo dos Estados Unidos, maior consumidor global de petróleo.
A OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) vem recebendo pressões de vários setores da economia mundial para elevar a produção da commodity, na tentativa de forçar a queda do preço da mesma.
Dólar fecha próximo à estabilidade
Desta maneira, o dólar comercial fechou cotado a R$ 3,1320 na compra e R$ 3,1330
na venda, leve alta de 0,03% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
3,0760, representando um deságio de 1,79%
em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 6,89% em maio, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
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No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 7,96%.
Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em junho
encerrou o dia cotado a R$ 3.150,
leve alta de 0,06% em relação ao fechamento
de R$ 3.148
da última terça-feira. O contrato com vencimento em julho, por sua vez, fechou em leve baixa de 0,02%,
atingindo R$ 3.187 frente
à R$ 3.188 do fechamento de
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ontem.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 0,62% para agosto de 2004, alta de 0,08 ponto percentual em relação ao fechamento anterior. Já o contrato de maior liquidez, referente a janeiro de 2005, encerrou a 2,70%, queda de 0,14 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.