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SÃO PAULO – O dólar comercial voltou a fechar em baixa nesta sexta feira. A moeda norte-americana chegou a operar em sua menor cotação desde junho de 2002, porém desacelerou tendência no fechamento.
A cotação foi pressionada por diversos motivos, dentre eles a baixa do petróleo negociado na bolsa de Londres. A queda ocorre também pela generalizada desvalorização do dólar em relação às principais moedas internacionais, que vem ocorrendo nos últimos dias.
IBGE aponta redução em índice de desocupação
A divulgação nesta sexta-feira da Pesquisa Mensal do Emprego realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontou taxa de desocupação de 10,5%, a menor desde que a pesquisa começou a ser feita em outubro de 2001.
A notícia, juntamente com a desaceleração da inflação em São Paulo e o bom desempenho do setor público, que segue apresentando um forte superávit primário, animou os investidores, que mantêm boas perspectivas sobre o cenário macroeconômico doméstico.
Dólar encerra em baixa
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,7320 na compra e R$ 2,7330
na venda, baixa de 0,44% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
3,0160, representando um ágio de 10,40%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 4,37% em novembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 5,82%.
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Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em dezembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.735,
baixa de 0,47% em relação ao fechamento
de R$ 2.748
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em janeiro, por sua vez, fechou em baixa de 0,61%,
atingindo R$ 2.768 frente
à R$ 2.785 do fechamento de
ontem.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 1,90% para janeiro de 2005, com queda de 0,10 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior. Já o contrato referente a outubro de 2005, encerrou a 2,50%, alta de 0,05 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.