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SÃO PAULO – A moeda norte-americana fechou em leve baixa de 0,07% nesta quinta-feira, reagindo ao discurso mais moderado do presidente do Fed, Alan Greenspan, sobre a elevação da taxa de juro dos Estados Unidos, com data ainda indefinida.
Juro nos EUA não deve aumentar no curto prazo
A inflação norte-americana, divulgada nesta quinta-feira, foi maior do que a esperada pelos analistas, o que poderia sinalizar para um aumento do juro dos Estados Unidos no curto prazo. Contudo, os pedidos de auxílio-desemprego caíram menos do que se previa, apontando uma recuperação econômica mais moderada, o que contribui para um processo mais lento de alta dos juros no país.
Além disso, as declarações do presidente do Fed, Alan Greenspan, em seu recente pronunciamento ao Congresso norte-americano, deve fazer com que o mercado concentre as apostas em relação ao começo do aperto monetário no médio prazo, diferentemente do que era previsto na sessão anterior.
Dólar fecha em leve queda
Neste sentido, o dólar comercial fechou cotado a R$ 2,9270 na compra e R$ 2,9280
na venda, leve baixa de 0,07% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,9790, representando um ágio de 1,78%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta queda, o
dólar acumula valorização de 1,11% em abril, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 0,90%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em maio
encerrou o dia cotado a R$ 2.936,
leve baixa de 0,14% em relação ao fechamento
de R$ 2.940
da última terça-feira. O contrato com vencimento em junho, por sua vez, fechou em baixa de 0,20%,
atingindo R$ 2.969 frente
à R$ 2.975 do fechamento de
terça-feira.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 0,71% para junho de 2004, baixa de 0,08 ponto percentual em relação ao fechamento anterior. Já o contrato de maior liquidez, referente a janeiro de 2005, encerrou a 1,92%, baixa de 0,10 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior