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SÃO PAULO – A sexta-feira foi marcada pela observação do mercado, levando a moeda norte-americana a encerrar o dia praticamente estável, com uma leve baixa de 0,03%.
No âmbito doméstico, os investidores acompanharam o resultado das contas públicas, divulgado em Nota da Política Fiscal. Segundo a nota, o setor público consolidado alcançou, em julho, um superávit primário de R$ 6,6 bilhões. O déficit nominal, por sua vez, foi de R$ 3,8 bilhões.
Os investidores acompanharam a maior recomendação aos títulos brasileiros dada por bancos internacionais, Morgan Stanley e Citigroup.
Cenário externo em pauta
Além de analisarem a alta do petróleo após cinco sessões consecutivas de queda, os investidores avaliaram os dados preliminares do PIB dos EUA. O PIB norte-americano cresceu 2,8% no período e ficou acima das expectativas dos investidores, que aguardavam um crescimento de 2,7%. No trimestre anterior, o crescimento havia sido de 3%.
Dólar encerra em baixa de 0,03%
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,9540 na compra e R$ 2,9550
na venda, com leve baixa de 0,03% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
3,1620, com ágio de 7,04%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 2,70% em agosto, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano, a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 1,83%.
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Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.956,
com leve baixa de 0,14% em relação ao fechamento
de R$ 2.960
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, fechou em leve queda de 0,03%,
atingindo R$ 2.993 frente
à R$ 2.994 do fechamento de
ontem.
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