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SÃO PAULO – A moeda norte americana fechou em queda pelo segundo dia consecutivo, recuperando-se da expressiva alta registrada na última segunda-feira. O comportamento da divisa ainda reflete o recorde da balança comercial em maio e a queda no preço do petróleo no mercado internacional.
Preço do petróleo em destaque
A OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) discutirá em sua próxima reunião na próxima quinta-feira, se aumenta as quotas de produção de petróleo. Segundo Purnomo, presidente do cartel, que também é ministro do Petróleo da Indonésia, a OPEP precisa promover um aumento da produção suficiente para sinalizar que os preços devem cair.
A expectativa é de que o grupo eleve a produção entre 2 milhões a 2,5 milhões de barris por dia, mas precisará levar em consideração a possibilidade de seus membros em produzir perto do limite de sua capacidade.
Dólar fecha em queda
Neste sentido, o dólar comercial fechou cotado a R$ 3,1280 na compra e R$ 3,1330
na venda, baixa de 0,38% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
3,1460, representando um ágio de 0,58%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 1,76% em junho, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 7,96%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em julho
encerrou o dia cotado a R$ 3.172,
baixa de 0,44% em relação ao fechamento
de R$ 3.186
da última terça-feira. O contrato com vencimento em agosto, por sua vez, fechou em forte baixa de 1,99%,
atingindo R$ 3.211 frente
à R$ 3.276 do fechamento de
terça-feira.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 0,55% para outubro de 2004, queda de 0,30 ponto percentual em relação ao fechamento anterior. Já o contrato de maior liquidez, referente a janeiro de 2005, encerrou a 2,08%, queda de 0,34 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.