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SÃO PAULO – Após mostrar instabilidade pela manhã, o dólar comercial fechou em queda nesta quinta-feira, reagindo a uma menor intensidade das atuações do Banco Central no mercado de câmbio e ao conteúdo da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), publicada pela manhã.
O documento não sinalizou a aceleração do processo de afrouxamento monetário, porém, ilustrou a percepção dos membros do colegiado do Banco Central de que a aceleração da inflação no início do ano é apenas pontual, tendo um caráter essencialmente sazonal.
BC não vende todos os contratos
Nesta quinta-feira, a Banco Central realizou mais um leilão de swap cambial reverso e, pela primeira vez desde a redução do número contratos ofertados, não vendeu a totalidade dos 4.250 contratos.
Foram vendidos 3.950 contratos, ou 93% da totalidade da oferta, em uma operação que movimentou US$ 189,1 milhões.
O banco também comprou dólares no mercado à vista e, segundo operadores de mercado, teria aceitado 11 propostas, com corte a R$ 2,2300.
Dólar encerra em queda
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,2290 na compra e R$ 2,2300
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na venda, forte baixa de 0,80% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,4700, representando um ágio de 10,81%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 4,00% em janeiro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 4,00%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro
encerrou o dia cotado a R$ 2.232,
baixa de 0,71% em relação ao fechamento
de R$ 2.248
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em março, por sua vez, fechou em baixa de 0,66%,
atingindo R$ 2.250 frente
à R$ 2.265 do fechamento de
ontem.
Curva de FRA de cupom cambial
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O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,15% para março de 2006, alta de 0,30 ponto percentual em relação à cotação de ajuste da sessão anterior. Já o contrato referente a janeiro de 2007, encerrou a 4,95%, alta de 0,15 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.