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SÃO PAULO – Sucumbindo ao forte pessimismo da cena interna, o dólar mudou de sinal no final das negociações e fechou em ligeira alta nesta quinta-feira (17).
No mercado interno, a queda no preço do petróleo pressionou os papéis ligados ao setor, já na cena externa provocou alívio. Além disso, alguns ganhos nas sessões anteriores motivaram investidores a realizar lucros, o que provocou saída de recursos do País.
Num dia sem divulgações de indicadores na agenda doméstica, o bom humor na cena externa impediu que a alta da divisa norte-americana fosse maior. Mesmo assim, com a segunda valorização seguida, o dólar anulou a baixa acumulada no mês.
Leilão do BC
O Banco Central realizou leilão de compra de dólares no mercado à vista, no meio da sessão. De acordo com comunicado do Departamento de Operações de Reservas Internacionais (Depin) a operação começou às 12h25 e terminou às 12h35. A taxa aceita foi de R$ R$ 1,5885.
Confira as cotações
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,5970 na compra e R$ 1,5990
na venda, leve alta de 0,13% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
1,7200, representando um ágio de 7,70%
em relação ao dólar comercial.
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Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 0,13% em julho, frente
à baixa de 1,9% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 9,97%.
Dólar futuro na BM&F
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em agosto estava cotado a R$ 1.603,5, em alta em relação ao ajuste final
de R$ 1.601,4270
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em setembro avançava a R$ 1.616, contra
1.613,6680 do último ajuste.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 1,5990.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 2,85 % para setembro de 2008, 0,12 ponto percentual acima do último ajuste.