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SÃO PAULO – Com os investidores atentos ao cenário internacional, que vê um novo recorde dos preços do petróleo e a manutenção do rendimento dos Treasuries em níveis elevados, o dólar comercial fechou em leve alta nesta segunda-feira.
Esta é a segunda valorização consecutiva da moeda norte-americana, que havia acumulado seis quedas consecutivas até a última sexta-feira, quando iniciou recuperação.
Cenário interno misto
O mercado também analisou os dados do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal), divulgados nesta segunda-feira, que registraram uma variação positiva de 0,30%, acima da alta de 0,22% apurada na medição anterior.
Por outro lado, a balança comercial da primeira semana de abril apurou um saldo positivo de quase US$ 1,3 bilhão, revelando o forte ingresso de recursos externos.
BC comprou dólares
O Banco Central voltou a comprar dólares nesta segunda-feira e, segundo fontes de mercado, teria aceitado treze propostas, com taxa de corte de R$ 2,1510.
Dólar avançou
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1560 na compra e R$ 2,1570
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na venda, alta de 0,37% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3000, representando um ágio de 6,68%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 0,32% em abril, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 7,15%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em alta
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em maio
encerrou o dia cotado a R$ 2.167,
alta de 0,28% em relação ao fechamento
de R$ 2.161
da última sexta-feira. O contrato com vencimento em junho, por sua vez, fechou em alta de 0,15%,
atingindo R$ 2.185 frente
à R$ 2.182 do fechamento de
sexta-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,1570.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,25% para junho de 2006, queda de 0,07 ponto percentual em relação à cotação de ajuste da sessão anterior.